Portugal, Viagem

Lisboa – Parte 4/4

24/09/2016
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Quarto e último post (e vídeo!) que fiz sobre Lisboa, a capital de Portugal.

Se você está chegando aqui agora e não viu os outros posts, é só clicar nos links abaixo:

Lisboa – Parte 1

Lisboa – Parte 2

Lisboa – Parte 3

E nosso último dia na capital portuguesa foi visitando uma região icônica da cidade, o bairro (ou freguesia) de Belém. E ir até Belém, é voltar no tempo, na época dos descobrimentos portugueses. Essa região, na altura do ano 1500, era ponto de partida e chegada de caravelas.

Comecei visitando a Torre de Belém, um dos monumentos mais marcantes de Lisboa e Portugal e Patrimônio Mundial pela Unesco. A torre tem cinco séculos de história e foi construída como forte, para proteger a cidade, mas depois também foi prisão, alfândega e farol. Originalmente ficava no meio do Rio Tejo, mas aterros e alterações no curso do rio fizeram que ela acabasse junto à margem. A entrada custa 6 euros, mas também existe a opção de um bilhete conjunto com o Mosteiro dos Jerónimos, que custa 12 euros. Para mais informações, clique aqui.

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Saindo da torre, fomos até o Padrão dos Descobrimentos, um monumento erguido pela primeira vez no ano de 1940, com materiais perecíveis (estrutura de ferro e cimento, mas a escultura era feita de gesso e estopa) para a Exposição do Mundo Português. Em 1960, foi reconstruído, dessa vez para durar.

O monumento tem 56 metros de altura e foi construído para homenagear as figuras históricas envolvidas nos descobrimentos portugueses. A escultura de pedra representa uma caravela, com estátuas dos principais navegadores, como por exemplo, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Fernão de Magalhães. É possível entrar no monumento, mas não entramos porque estávamos “correndo” pra chegar no Mosteiro dos Jerónimos. A entrada custa 4 euros. Para mais informações, clique aqui.

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Depois do Padrão dos Descobrimentos, não tínhamos muito tempo para visitar o próximo ponto, que era o Mosteiro dos Jerónimos, mas corremos pra lá para ver o que seria possível ver, fotografar e filmar. Quando chegamos, fomos informados que logo fecharia e que tínhamos uns 20 minutos pra ver tudo. Claro que não foi a visita que eu gostaria de fazer ao mosteiro, correndo e sem ver tudo, mas enfim, foi o que deu e posso afirmar que é muito bonito!

O Mosteiro dos Jerónimos foi construído no século XVI e fundado pelo Rei D. Manuel I. Está classificado como Monumento Nacional desde 1907 e e como Patrimônio Mundial pela Unesco desde 1983. D. Manuel escolheu os monges da Ordem de São Jerónimo para ocupar o mosteiro com o objetivo de rezar pela alma dele próprio (o rei) e prestar assistência espiritual aos navegantes. A arquitetura é em estilo manuelina, uma espécie de gótico português.

O mosteiro foi ocupado quatro séculos por monges e depois foi usado como escola e orfanato. Vasco da gama e Luiz Vaz de Camões estão enterrados na igreja do mosteiro (Igreja de Santa Maria de Belém) e o poeta Fernando Pessoa está enterrado no claustro. A entrada custa 10 euros, mas como já comentei antes, existe a possibilidade de uma entrada conjunta com a Torre de Belém que custa 12 euros. Para mais informações, clique aqui.

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Saímos do mosteiro e entramos na Igreja Sta. Maria de Belém. Ali estão os túmulos de Vasco da Gama e Luiz de Camões, como comentei antes, e também de outras personalidades importantes. A porta da igreja fica à direita da entrada do mosteiro e a visita não é paga (fica a dica para quem quer conhecer Lisboa mas está com o orçamento um pouco “apertado”).

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Depois da igreja corremos para pegar a pastelaria Pastéis de Belém aberta, porque ir ate Belém e não comer um pastelzinho, é um sacrilégio! 🙂

Em 1837 essa pastelaria começou fabricar os famosos pastéis, seguindo uma antiga receita do Mosteiro dos Jerónimos. Só em Belém se fabrica a receita original que permanece guardada a sete chaves, os “outros” que comemos por aí, são pastéis de nata e não de Belém, ok?! 😉 Eles servem a iguaria morninha, acompanhada de açúcar de confeiteiro e canela para polvilhar… E o que dizer dos abençoados pasteizinhos?!! São de comer rezando!

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E assim terminou nossos dias em Lisboa. Deixaram saudades, um gostinho de “queremos voltar logo” e a felicidade de ter conhecido um pouco mais da capital de Portugal (foi nossa segunda visita de muitas que virão). Espero que vocês tenham gostado de todos esses passeios pela cidade e que eu tenha colocado pelo menos uma faísca de vontade de conhecer Lisboa no coração de vocês. Abaixo o mapa da nossa rota, se é que esse dia precisa de mapa, já que em Belém tudo fica tão pertinho…

Aguardo vocês no próximo destino, que será Sintra! E claro, assistam o vídeo abaixo porque o post é um complemento para o vídeo e vice-versa.

 

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